sexta-feira, 18 de agosto de 2017

3 suspenses para assistir na Netflix

E aí, meu povo amado, tudo bem com vocês? 

Hoje estou aqui para uma postagem muito útil. Todo mundo sabe o quanto é difícil escolher um bom filme na Netflix. Não que o catálogo seja ruim ou pequeno. Mas é que no meio de tantas opções e desorganização é difícil encontrar a escolha perfeita. 

Eu, fofa, meiga, a melhor pessoa do mundo que sou, vim com algumas dicas super legais para você poder aproveitar a vida fazendo outra coisa que não escolhendo algo para assistir. 

Bora lá? 

Tudo está indo muito bem para Adrian Doria (Mario Casas). Seu negócio é um sucesso e lhe trouxe riqueza, sua bela esposa teve a criança perfeita, e sua amante está bem com o caso dos dois escondido. Tudo está ótimo até que Doria desperta num quarto de hotel, depois de ser atingido na cabeça, e encontra sua amante morta no banheiro, coberta com um monte de notas em euros. Pior, o quarto é trancado por dentro e não tem nenhuma maneira de entrar ou sair. Com tudo o que construiu desmoronando aos seus pés, Doria recorre a melhor advogada de defesa da Espanha, Virginia Goodman (Ana Wagener), e eles tentam descobrir o que realmente aconteceu na noite anterior.

Confesso a vocês que sou apaixonada pelo Casas, então quando eu vi esse filme na lista de filmes de suspense eu me joguei. E que bela escolha que fiz. Sabe aquele filme que você termina e diz "quê?", mas quando as peças vão se encaixando na sua cabeça, você percebe que as respostas estavam ali o tempo inteiro? Esse é o filme. Com um enredo cheio de reviravoltas e atuações incríveis, "Um contratempo" se tornou a minha indicação carta na manga. Sabe quando você quer indicar um filme para todos os públicos e todas as situações? Esse é o filme. 
Um contratempo foge do clichê investigador durão e muitas cenas de ação. Ele é um suspense que mexe mais com a nossa cabeça, com as muitas possibilidades e versões que uma história pode ter. É aquele ditado. Quem conta um conto... 



Doug (Nick Jonas) é um homem jovem e bonito que está entrando em um jogo perigoso: ele acaba de se envolver com uma mulher casada, e nem imagina onde está se metendo: o marido é um banqueiro muito influente. Logo, uma morte suspeita e uma acusação vão fazer com que as coisas fiquem ainda mais complicadas.

Conselho de amiga: nunca acreditem nas sinopses da Netflix. Elas são as piores possíveis e nunca fazem jus aos filmes. Eu provavelmente não veria esse filme, mas quando vi a capa no catálogo da Netflix achei que o ator era o meu amor, Mario Casas, mas na verdade é o Nick Jonas. Perdoem a minha ignorância, mas os dois são muito parecidos (o Casas é mais velho, mas achei que esse fosse um filme antigo). 
Acho que o título dá um pouco de spoiler, mas ainda assim o filme é muito bacana. Assisti esse logo após olhar o filme acima, então eu estava um pouco mais esperta e não fui totalmente enganada. Mas mesmo assim, fui pega de surpresa em alguns momentos. 
É um suspense mais leve que Um Contratempo, por apresentar personagens mais jovens, mas ao mesmo tempo é um filme com mais ação. E você provavelmente vai roer algumas unhas. 
A única coisa que me incomodou foi a cena final, que se não estou enganada é uma cena pós crédito. Nossa, passei raiva com ela. Mas de resto, é uma ótima opção de filme. 



Um ladrão ataca um casal, terminando por matar a mulher e deixando o homem à beira da morte. Porém, ele sobrevive e a partir de então passa a sofrer de uma doença que o impede de gravar na memória fatos recentes, o que faz com que ele esqueça por completo algo que acontece poucos instantes antes. A partir de então ele parte em uma jornada pessoal a fim de descobrir o assassino de sua mulher para poder vingá-la.

Amnésia é um filme que tem uma estrutura diferente. São duas narrativas. Uma é narrada de trás para frente nos acontecimentos e a outra é toda em preto e branco e acontece de forma cronológica. É um pouco confuso, mas é uma confusão muito bacana, pois permite que o espectador sinta um pouco o que o personagem sente. Quando uma cena acontece, nós ficamos tão perdidos quanto o personagem principal. Afinal, ele não lembra o que aconteceu antes daquela cena e nós não sabemos também. 
É interessante porque começamos a duvidar de tudo e todos o tempo inteiro. Inclusive, quando chegamos ao final do filme, ainda ficamos em dúvida se aquela era a resolução verdadeira. Tudo é possível, não é mesmo? 



Sei que todos os filmes aqui indicados são do mesmo gênero, mas eu realmente adoro filmes de suspense. Acho que é um gênero que agrada quase todo mundo e cai bem em praticamente todas as situações. Então se você ama suspense, se jogue nessas indicações. E se você não curte, larga de ser trouxa e solte seu lado Scooby Doo hahahha 

Ahhhh, também sei que não falei muitos detalhes sobre as histórias, mas em filmes de suspense, quanto mais você souber, melhor. 

E então é isso, meu povo. Essas são as minhas indicações de hoje. 

Se você tem alguma indicação bem legal, deixe aí nos comentários. E se já assistiu algum desses filmes, me conte o que achou. 

Um beijão e até a próxima! 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Obrigada por existir!


"As coisas andam muito difíceis aqui
Então hoje eu chorei
Achei que precisava de um abraço 
Recebi muitos afagos
Continuei chorando 
Pensei que um doce ajudaria 
Assaltei a geladeira
As lágrimas continuaram a cair 
Me aconselharam dormir
Me afoguei em sonhos, 
mas continuei aos prantos 
Achei que precisava de uma palavra amiga
Ouvi várias
Continuei a chorar 
Então você apareceu... 
Você só apareceu na minha memória é verdade, mas eu sorri mesmo assim
Fazia tanto tempo que você não aparecia
E aos poucos eu fui parando de chorar
Então muito obrigada por me consolar
Você pode pensar que não fez nada, 
mas acredite, você fez muito
Você existiu! 
E então quando lembrei disso, 
eu sorri. 
E tudo ficou um pouquinho mais fácil."

Gislaine Oliveira


Esteja onde estiver, obrigada por ter existido!








domingo, 13 de agosto de 2017

Will e Will - John Green e David Levithan

E aí, povo lindo, como vocês estão? Foram bem de dia dos pais? Parabéns a todos os papais que estão lendo o blog. Eu sei que vocês existem hahahha. 

Bem, mas minha homenagem a vocês termina aqui, pois agora vamos de resenha. 

Bora lá? 

Título: Will e Will 
Autores: John Green e David Levithan
Páginas: 352
Compre na AMAZON
Sinopse: Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra... Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.


 Minha Opinião: Will e Will foi meu primeiro contato com John Green, mas com o David eu já havia tido uma experiência maravilhosa em Todo Dia (RESENHA). Posso dizer que foi uma experiência bacana ler esse livro, mas nem em um milhão de anos ele superaria Todo Dia. Embora confesse a vocês que sempre terei um carinho muito grande por essa história por ela ter me acompanhando em um momento muito triste, mas muito feliz da minha vida. Sei que é confuso, mas é pessoal demais para explicar hahahah 

"A carência nunca é uma boa base para um relacionamento. Tem de ser muito mais que isso."

O livro Will e Will é narrado em primeira pessoa por dois garotos. Em um capítulo, temos a narração de Will Grayson. Logo a seguir, temos a narrativa sob o ponto de vista de Will Grayson. Isso mesmo, você não leu errado e não está louco. Bem, talvez esteja, mas não por esse motivo. É isso mesmo que você leu, são dois Wills. 

De um lado, temos o primeiro Will. Ele é um garoto bastante fechado, mas leva uma vida relativamente comum. Tem um melhor amigo que é o Tiny, o maior garoto mais gay que você respeita. Do outro lado, temos o outro Will. E com certeza é com o qual eu mais me identifiquei e ao mesmo tempo mais senti raiva. Will tem depressão e ele não tem muita certeza do que está fazendo nesse mundo. Will, eu também não sei. Mas Will segue mesmo assim. Pela família, pelos amigos (inexistentes), pelos sonhos que talvez possam aparecer. 

 "está sendo gentil, porque ainda não sabe quem eu sou, o que sou. Nunca retribuirei a gentileza. O melhor que posso fazer é dar a ele razões para desistir."

Mas em uma noite, os dois se encontram. E mesmo que eles não tenham criado um grande laço de amizade, há algo que os mantém unidos. Porque né galera, convenhamos que não é todo o dia que a gente conhece alguém com o nome da gente. 

É um pouco difícil falar sobre o que eu achei desse livro. Ele me incomodou muitas vezes. Os dois Wills são preconceituosos (mesmo um sendo gay e o outro sendo melhor amigo de um gay), ambos são mal educados, arrogantes, fechados e mal humorados. Mas ao mesmo tempo, Will e Will tem uma sutileza para abordar alguns assuntos que me fez gostar muito da história. 

"Agora eu entendo. Eu entendo. As coisas que você mais quer são aquelas que te destroem no final."

David Levithan abordou a depressão de uma forma muito realista. Há um momento da história em que um personagem diz que às vezes se sente deprimido. E o Will que vive com essa doença reflete sobre como é diferente "achar que está deprimido" e realmente ter depressão. É um trecho bem forte, mas necessário. David cê é o cara. 

Embora muitos leitores tenham se incomodado com a narrativa intercalada, eu gostei muito disso. Só me incomodou um pouco o fato de que os capítulos de um deles não tenha letras maiúsculas. Isso mexeu com o meu TOC. Mas não é motivo para não ler a história. 

"Ele é, ao mesmo tempo, a fonte da minha felicidade e a pessoa com quero partilhá-la."


Enfim, eu acho que não é necessário dizer que eu indico esse livro. É uma história simples, mas de uma delicadeza e ao mesmo tempo profundidade que a gente só consegue mergulhar muito tempo depois de ler. 

E por hoje é isso, meu povo. Vou parar por aqui porque a resenha está enormeeeeee. 

Se você já leu, me conte o que achou. E claro, não se esqueça de me contar o que achou da resenha. 

Um beijão e até a próxima!

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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Espíritos de gelo - Raphael Draccon

E aí, povo amado, tudo bem com vocês?

Como vocês bem sabem, meu ritmo de leitura esse ano está uma vergonhaaaaa. Mas nos últimos dias consegui ler algumas coisas e é só por isso que está tendo mais resenhas aqui no blog hahah. Mas vamos parar de enrolar e ir para a resenha? Porque afinal de contas, o tempo que eu estou aqui, perdendo de tanto enrolar eu poderia estar lendo e todo mundo sabe que ninguém tem tempo a perder... Tá, parei.

Título: Espíritos de Gelo
Autor: Raphael Draccon
Páginas: 176
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SKOOB
Sinopse: Espíritos de gelo é um livro que navega pelo tempo e investiga fenômenos mágicos. Resgata aspectos de culturas milenares ao passo que viaja pela contemporaneidade - envolvendo desde séries de TV e os mais novos roteiros de Hollywood a bandas de rock e suas histórias surpreendentes. Seus personagens vivem e revivem histórias que parecem... verdadeiras lendas urbanas.
Neste livro, nada, absolutamente nada, é previsível. Quais são os limites físicos e psicológicos de um ser humano? O que ele é capaz de suportar? Quem pretende entrar no universo de Espíritos de gelo e descobrir isso precisa se preparar para viver emoções intensas - pois quando amor, dinheiro e poder se misturam qualquer final pode ser trágico.
"Se você não se lembrar do que aconteceu nas últimas horas, nós faremos com que sofra ainda mais, como se estivesse em um dos Nove Círculos do Inferno... "



Minha Opinião: Espíritos de Gelo foi minha primeira experiência com o autor e confesso que ela não foi das melhores. Podia ter sido pior? Até que podia. Mas isso de maneira nenhuma quer dizer que a leitura foi algo agradável.

Neste livro, conhecemos o ... gente do céu, pra vocês terem ideia do quão chato é o personagem, juro que não consigo lembrar o nome dele. Mas enfim, este livro começa com "O sem nome" sendo torturado. Ele não lembra o que aconteceu, só lembra que acordou ali, acorrentado e sendo barbaramente torturado.

Seus torturadores dizem que ele não lembra de nada, pois sofreu um trauma. Mas que se ele sofrer um trauma maior (tiver as unhas arrancadas com alicates, apanhar com um martelo de carne, levar choques...) ele vai lembrar como foi parar ali.

E por mais bizarra que essa teoria seja, ela está correta. E o carinha sem nome, começa a se lembrar...

Então a partir daí, começamos a acompanhar as suas lembranças, intercaladas com as torturas que está sofrendo. E isso é um ponto positivo, pois dá uma fluidez a leitura, já que os capítulos são curtos. Mas também devo alertá-los que os capítulos com os flaschbacks são bem cansativos, já que são apenas narrados e não há diálogos.

Um ponto do livro que poderia ser positivo, mas acaba sendo negativo é o excesso de referências. Sério gente, chega a ser chato. E nada convincente, já que essas referências sempre aparecem quando o moço lá tá sendo torturado. E eu não sei vocês, mas se eu estivesse vendo minhas unhas sendo arrancadas, com certeza eu não iria lembrar de um episódio de Supernatural. Eu ia é lembrar de todas as preces que aprendi quando fui coroinha da igreja. Mas né...

Outro ponto que vale mencionar é que o sexo está muito presente no livro. Então para os leitores mais novinhos, eu não indicaria. Verdade seja dita, eu não indicaria esse livro para ninguém, mas vocês me entenderam.

Enfim, Espíritos de Gelo tem uma proposta legal e  juro que eu esperava mais do livro. Mas infelizmente, recebi uma história fraca, com argumentos que não convencem e uma escrita que não me agrada (questão de gosto, vamos respeitar a coleguinha). Mesmo assim, é uma leitura rápida e talvez, pode até ser uma boa opção naquele domingo preguiçoso ou enquanto você espera o ônibus chegar. Embora eu confesse, que em ambos os casos, prefiro passar o tempo torturando alguém. No caso eu mesma, relembrando das minhas derrotas nesta vida ahhahah

Mas então é isso. Alguém aqui já leu? Concordam? Discordam? Me contem!

E se você gostou da postagem, compartilhe com os amigos.

Um beijão e até a próxima!

domingo, 6 de agosto de 2017

Matilda - Roald Dahl

E aí, povo amado. Tudo bem com vocês? 

Estou gostando de resenhar livros infantis e juvenis né? Bem, mas não é surpresa para ninguém que eu realmente adoro esses gêneros. 


Então bora deixar de enrolar e conferir a resenha de hoje? 



Título: Matilda
Autor: Roald Dahl
Páginas: 254
Compre na AMAZON
Sinopse: Matilda adorava ler. Passava horas na biblioteca, lendo um livro atrás do outro. Mas, quanto mais ela lia e aprendia, mais aumentavam seus problemas. Os pais viam televisão o tempo todo e achavam muito estranho uma menina gostar tanto de ler. A diretora da escola achava Matilda uma fingida, pois ela não acreditava que uma criança tão nova pudesse saber tantas coisas. A história de Matilda até que poderia ser triste. Mas Roald Dahl conta as coisas de um jeito tão absurdo e exagerado, inventa tantas travessuras e aventuras malucas, que tudo acaba ficando engraçado.


Minha opinião: Quem aqui não cresceu assistindo ao filme Matilda atire a primeira pedra. Pois claro que eu não fiquei de fora e passei muitas tardes olhando aquela pequena leitora. Mas foi só recentemente que eu descobri que havia o livro (Me julguem!!!) e claro que eu resolvi ler. 

Caso você more embaixo de uma pedra e não conheça a história, eu vou falar um pouquinho sobre ela. 

Matilda é uma menina que nasceu em uma família muito diferente dela. Enquanto ela é uma menina que ama ler, estudar, é muito inteligente e bondosa, seus pais são arrogantes, metidos, fúteis e odeiam ler. Aliás, eles também detestam o fato de que sua filha ama tanto assim as palavras. 

É um ambiente muito hostil para uma garotinha, mas ela busca refúgio em seus livros. E depois de um tempo, quando finalmente vai para a escola, ela encontra outros amigos. E mais que isso, descobre que tem um poder muito especial. 


O filme é bastante fiel ao livro, então para quem já viu o filme, não há surpresas. E arrisco dizer, com o risco enorme de ser linchada em praça pública, que prefiro o filme. Me odeiem!!! Hahhaha 

Não que o livro seja ruim. Longe disso. É uma história delicada e encantadora que conta como uma menina achou refúgio em amigos dentro dos livros, que fala sobre a luta de uma menina para ser o que deseja e não o que os outros esperam dela. É uma história sobre amizade e esperança. Mas como quase toda história infantil, ela possui alguns furos. O que é normal. Mesmo assim, o filme preenche essas lacunas (o que é compreensível, já que são artes diferentes) e adiciona muitas cenas incríveis na história. E é exatamente por isso que eu prefiro o filme. Acho que ele tem mais humor, mais encanto e delicadeza que o livro. Mas sempre lembrando que essa é apenas a minha opinião. 

Além disso, preciso dizer que a professora de Matilda me irritou incrivelmente no livro. Enquanto no filme, ela me parece uma personagem forte, mas que não sabe como lutar, no livro achei-a extremamente fraca e até mesmo cúmplice das atrocidades que a Taurino (diretora) faz com os alunos. Mais uma vez, isso é apenas uma opinião. 

Mesmo com todos esses pontos, acho que Matilda é um livro que merece uma chance. Para quem ama ler, é fácil se identificar um pouquinho com essa menina. Além disso, essa história conquistou pessoas de todas as idades e provavelmente vai te conquistar também. 



E por hoje é isso. Alguém aqui já leu? Me contem! 

E se você gostou da postagem, compartilhe com os amigos. 

Um beijão e até a próxima!